quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Strange fruit

Ao som de: Strange Fruit - Billie Holiday

Laila é doce, simples, mas é forte. Tem o poder de me fascinar, sempre foi assim. Diria que é uma menina mulher.
Depois de longas conversas decidimos nos permitir. Afinal, está chegando a virada do ano, é nossa última chance. Não que realmente fosse, mas encontrei a desculpa perfeita para trazê-la até aqui e ela fingiu acreditar, enganou a si mesma, para simplesmente viver o que queria...
Não preparamos roupas ou velas ou até mesmo perfumes e maquiagens. Queria sentir ela, por completa e ao natural.
Nos beijamos, com vontade. Mas o beijo é leve. Menina... sempre tão meiga.
Passeei com minha boca pelo pescoço, colo. Laila tem a pele branca, cabelos curtos, cheios, dourados.
Quis descobrir o resto. Desci sua blusa enquanto ela me olhava. Seus seios eram perfeitos. Pequenos, firmes, bico rosado, mirando o teto. Chupei cada um deles sem pressa, podiam ser só meu naquele momento e eu não ia desperdiçá-los. Ela acariciava minha cabeça enquanto eu descia.
Desci a boca pelas curva da sua barriga, era aveludada, gostosa de brincar. Segurava ela pelo quadril, desejando cada centímetro do seu corpo.
Cheguei ao short. Desabotoei, tirei com cuidado e a levei para o chão. Ela deitou. Nos beijamos mais. Ela queria que eu continuasse, seu olhar me dizia. E eu o fiz, mas minha calmaria estava dando lugar ao desejo. Queria e queria já.
Tirei a calcinha, abri as pernas dela. Lambi seu sexo, passeei minha lingua por cada contorno da boceta. Chupei com vontade, com sede, com o corpo e a comi em pensamento.
Laila se contorcia, estava de olhos fechados sentindo minha pele, minha lingua, meus dedos.
Enfiei o primeiro, fiz ela o lambuzar de saliva. Seu sexo pedia por mais. Enfiei mais um e ele estava preenchido. Lambi, lambuzei, salivei, passei pela buceta e o cú, era rosado, fechado e saboroso, ela se contorcia ainda mais. Abri mais suas pernas, as matinha abertas com o braço e com o outro mantinha o movimento com meus dedos dentro dela, enquanto a lingua passeava pela buceta e cú. Ela se virava, gritava, contorcia mas pedia para não parar. Enfiei meu terceiro dedo e fiz os movimentos fortes até que ela deu um grito abafado, suas pernas tremiam, sua boceta jorrava e eu tomava todo seu suco, que era bem doce.
Tirei meus dedos, soltei sua perna e deitei ao seu lado enquanto ela ainda mantinha o olho fechado e um sorriso largo.
Eu a observava. Ela que reclamava que era tão rotulada, naquele momento eu a rotulei. Laila era minha "Strange Fruit"...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Ano Novo

Um presente desses de ano novo, não seria nada mal, hein?!

P.S.: Alguém teve um presente surpresa desses no natal e quer compartilhar com a gente? Humnnnn...?!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Através do som


Com tantos dias sem um tempo somente para mim, resolvi mudar a rotina hoje. Com um bom papo e uma boa música, resolvi entrar no banho.
Água morna, som gostoso ao fundo. Fechei os olhos, viajei na música, na guitarra, na bateria, nas vozes. Mergulhei em cada detalhe, peguei o sabonete, ele escorria pelo meu corpo com as batidas. Meus peitos já estavam com o bico querendo saltar, duros, firmes.
Minhas mãos passearam por eles, o sabonete ajudava a deslizar, fazia sem pressa para acabar. Meu coração batia mais acelerado, o tesão aumentava. Passeei pela barriga, acariciei cada curva do meu corpo, me desejei como nunca. Desci para a buceta. Ela pulsava, parecia bater junto com meu coração. Estava babada, melada, desejando que a preenchesse.
Coloquei um dedo, dois, entrava com tanta facilidade, o tesão só aumentava. Lembrei do dono da voz. Desejei que ele a preenchesse, meus dedos aumentavam a pressão, corriam com mais pressa. A música aumentava de nota, estava prestes ao grande final. E eu também. Desci. Me entreguei. Escorreguei até o chão do box, toda babada, ensaboada, molhada... Os dedos não paravam, a música no solo final, o pensamento a tona....e... Gozamos... Eu, a música, os músicos e todos que foram cúmplices no Amarelinha. Derramei meu líquido doce pelo chão, pensei na boca, no pau, no gozo... e gozei de novo. Fechei os olhos, relaxei, estava trêmula... e ... Ainda desejando por mais.