quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Carinho com Selinho
Por conscidência recebi o mimo de dois blogs maravilhosos, que vejo e recomendo: Estetika BDSM e Única e exclusiva: Luxúria Inocente
Teria que repassar o selo a 15 blogs, mas vou escolher o top 5 e avisar a todos. Recomendadíssimo na mais ordem e completa desordem:
Doce e Sexo
Degusta
2 Dogs
Escrevo e amo de pau duro
Momentos de tesão
Responder às perguntas:
Nome : Ludmila Roumillac
Uma música: Nina Simone - `Feeling good`
Humor: Inteligente e ácido
Uma cor: Roxo
Uma estação: Inverno
Como prefere viajar: Com pessoas agradáveis
Um seriado: Dexter
Frase ou palavra mais dita por você: A virtude está no equilíbrio.
O que achou do selo: Adoreeeeeei, não esperava!
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Verdade Nua e Crua
“Quando ficamos com os olhos fechados durante uma transa, nem sempre estamos pensando em vocês. Isso não é um sinal de que a performance está ruim. Às vezes, precisamos de um estímulo aditivo para chegar ao clímax. E aí que vem à cabeça o filme pornô, o George Clooney ou até o vizinho. Mas não se preocupe com essa ‘escapada’. O que importa é o final feliz. Uma mulher satisfeita não tem motivo para pular a cerca.” (Por Ana Luiza Leal)Um dos enigmas das mulheres
sábado, 15 de janeiro de 2011
Corno
Segundo Arnaldo Jabor, VOCÊ SERÁ (OU É???) "corno", a menos que:
"- Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura. Antigamente elas choravam.
Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.
- Não ache que ela tem poderes "adivinhatórios". Ela tem de saber -
da sua boca - o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar...
às conseqüências expostas acima."
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Strange fruit
Ao som de: Strange Fruit - Billie Holiday
Laila é doce, simples, mas é forte. Tem o poder de me fascinar, sempre foi assim. Diria que é uma menina mulher.
Depois de longas conversas decidimos nos permitir. Afinal, está chegando a virada do ano, é nossa última chance. Não que realmente fosse, mas encontrei a desculpa perfeita para trazê-la até aqui e ela fingiu acreditar, enganou a si mesma, para simplesmente viver o que queria...
Não preparamos roupas ou velas ou até mesmo perfumes e maquiagens. Queria sentir ela, por completa e ao natural.
Nos beijamos, com vontade. Mas o beijo é leve. Menina... sempre tão meiga.
Passeei com minha boca pelo pescoço, colo. Laila tem a pele branca, cabelos curtos, cheios, dourados.
Quis descobrir o resto. Desci sua blusa enquanto ela me olhava. Seus seios eram perfeitos. Pequenos, firmes, bico rosado, mirando o teto. Chupei cada um deles sem pressa, podiam ser só meu naquele momento e eu não ia desperdiçá-los. Ela acariciava minha cabeça enquanto eu descia.
Desci a boca pelas curva da sua barriga, era aveludada, gostosa de brincar. Segurava ela pelo quadril, desejando cada centímetro do seu corpo.
Cheguei ao short. Desabotoei, tirei com cuidado e a levei para o chão. Ela deitou. Nos beijamos mais. Ela queria que eu continuasse, seu olhar me dizia. E eu o fiz, mas minha calmaria estava dando lugar ao desejo. Queria e queria já.
Tirei a calcinha, abri as pernas dela. Lambi seu sexo, passeei minha lingua por cada contorno da boceta. Chupei com vontade, com sede, com o corpo e a comi em pensamento.
Laila se contorcia, estava de olhos fechados sentindo minha pele, minha lingua, meus dedos.
Enfiei o primeiro, fiz ela o lambuzar de saliva. Seu sexo pedia por mais. Enfiei mais um e ele estava preenchido. Lambi, lambuzei, salivei, passei pela buceta e o cú, era rosado, fechado e saboroso, ela se contorcia ainda mais. Abri mais suas pernas, as matinha abertas com o braço e com o outro mantinha o movimento com meus dedos dentro dela, enquanto a lingua passeava pela buceta e cú. Ela se virava, gritava, contorcia mas pedia para não parar. Enfiei meu terceiro dedo e fiz os movimentos fortes até que ela deu um grito abafado, suas pernas tremiam, sua boceta jorrava e eu tomava todo seu suco, que era bem doce.
Tirei meus dedos, soltei sua perna e deitei ao seu lado enquanto ela ainda mantinha o olho fechado e um sorriso largo.
Eu a observava. Ela que reclamava que era tão rotulada, naquele momento eu a rotulei. Laila era minha "Strange Fruit"...
Laila é doce, simples, mas é forte. Tem o poder de me fascinar, sempre foi assim. Diria que é uma menina mulher.
Depois de longas conversas decidimos nos permitir. Afinal, está chegando a virada do ano, é nossa última chance. Não que realmente fosse, mas encontrei a desculpa perfeita para trazê-la até aqui e ela fingiu acreditar, enganou a si mesma, para simplesmente viver o que queria...
Não preparamos roupas ou velas ou até mesmo perfumes e maquiagens. Queria sentir ela, por completa e ao natural.
Nos beijamos, com vontade. Mas o beijo é leve. Menina... sempre tão meiga.
Passeei com minha boca pelo pescoço, colo. Laila tem a pele branca, cabelos curtos, cheios, dourados.
Quis descobrir o resto. Desci sua blusa enquanto ela me olhava. Seus seios eram perfeitos. Pequenos, firmes, bico rosado, mirando o teto. Chupei cada um deles sem pressa, podiam ser só meu naquele momento e eu não ia desperdiçá-los. Ela acariciava minha cabeça enquanto eu descia.
Desci a boca pelas curva da sua barriga, era aveludada, gostosa de brincar. Segurava ela pelo quadril, desejando cada centímetro do seu corpo.
Cheguei ao short. Desabotoei, tirei com cuidado e a levei para o chão. Ela deitou. Nos beijamos mais. Ela queria que eu continuasse, seu olhar me dizia. E eu o fiz, mas minha calmaria estava dando lugar ao desejo. Queria e queria já.
Tirei a calcinha, abri as pernas dela. Lambi seu sexo, passeei minha lingua por cada contorno da boceta. Chupei com vontade, com sede, com o corpo e a comi em pensamento.
Laila se contorcia, estava de olhos fechados sentindo minha pele, minha lingua, meus dedos.
Enfiei o primeiro, fiz ela o lambuzar de saliva. Seu sexo pedia por mais. Enfiei mais um e ele estava preenchido. Lambi, lambuzei, salivei, passei pela buceta e o cú, era rosado, fechado e saboroso, ela se contorcia ainda mais. Abri mais suas pernas, as matinha abertas com o braço e com o outro mantinha o movimento com meus dedos dentro dela, enquanto a lingua passeava pela buceta e cú. Ela se virava, gritava, contorcia mas pedia para não parar. Enfiei meu terceiro dedo e fiz os movimentos fortes até que ela deu um grito abafado, suas pernas tremiam, sua boceta jorrava e eu tomava todo seu suco, que era bem doce.
Tirei meus dedos, soltei sua perna e deitei ao seu lado enquanto ela ainda mantinha o olho fechado e um sorriso largo.
Eu a observava. Ela que reclamava que era tão rotulada, naquele momento eu a rotulei. Laila era minha "Strange Fruit"...
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Lésbica,
Sexo
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Ano Novo
Um presente desses de ano novo, não seria nada mal, hein?!
P.S.: Alguém teve um presente surpresa desses no natal e quer compartilhar com a gente? Humnnnn...?!
P.S.: Alguém teve um presente surpresa desses no natal e quer compartilhar com a gente? Humnnnn...?!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Através do som
Com tantos dias sem um tempo somente para mim, resolvi mudar a rotina hoje. Com um bom papo e uma boa música, resolvi entrar no banho.
Água morna, som gostoso ao fundo. Fechei os olhos, viajei na música, na guitarra, na bateria, nas vozes. Mergulhei em cada detalhe, peguei o sabonete, ele escorria pelo meu corpo com as batidas. Meus peitos já estavam com o bico querendo saltar, duros, firmes.
Minhas mãos passearam por eles, o sabonete ajudava a deslizar, fazia sem pressa para acabar. Meu coração batia mais acelerado, o tesão aumentava. Passeei pela barriga, acariciei cada curva do meu corpo, me desejei como nunca. Desci para a buceta. Ela pulsava, parecia bater junto com meu coração. Estava babada, melada, desejando que a preenchesse.
Coloquei um dedo, dois, entrava com tanta facilidade, o tesão só aumentava. Lembrei do dono da voz. Desejei que ele a preenchesse, meus dedos aumentavam a pressão, corriam com mais pressa. A música aumentava de nota, estava prestes ao grande final. E eu também. Desci. Me entreguei. Escorreguei até o chão do box, toda babada, ensaboada, molhada... Os dedos não paravam, a música no solo final, o pensamento a tona....e... Gozamos... Eu, a música, os músicos e todos que foram cúmplices no Amarelinha. Derramei meu líquido doce pelo chão, pensei na boca, no pau, no gozo... e gozei de novo. Fechei os olhos, relaxei, estava trêmula... e ... Ainda desejando por mais.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Um boquete e um copo d'água
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putaria
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Cada um se diverte com o que tem…
`O texto aqui escrito é fruto da cumplicidade entre o Contos e o Amarelinha.
Espero que se divirtam. Cada um se diverte com o que tem. E reconhecer estas possibilidades é tão bom….`
Contos de Alcova Tenra.
Contos é um blog saboroso, com contos muito bem escritos, cheios de pecado, suor e um toque de sensibilidade. Uma delícia. E assim, surgiu nossa parceria, espero que provem e aprovem.
____________________________
Fazia aquele calor do Rio. Tudo transpirava na madrugada. Gotejava, suada a roupa, molhada a camisa. Revirou de um lado para o outro, tentando encontrar uma forma de voltar a dormir. Mas o calor insistia. Sua camisa molhada deixara o bico do seio totalmente ereto. Uma excitação involuntária. Aquele calor absurdo e suas coxas que estavam próximas, mutuamente se tocando. Sentia seu sexo quente. Já não conseguia dormir. E o calor já estava nela. Começou a brincar com ela, dando volta com os dedos no grelo acordado. A outra mão, dedos rodeavam um dos bicos. Tinha sede. Seu dedo estava empapado. Ficou de bruços, daquele jeito que gozava fácil e começou a brincar com ela. Aquele calor e agora o cheiro do próprio sexo molhado, tocado…
Olhava fixamente para o ventilador de teto. Aquele calor o deixara insone. Ainda tinha um rádio que tocava Billie Holiday em plena madrugada. Parecia mentira, mas aquele som o deixava inquieto e para completar o suor trazia o tesão. Só lembrava da vizinha do Rio, que nesse momento deveria estar na sua cama. Era um desejo de tempos. Involuntariamente, seu pau já endureceu e automaticamente sua mão o apertava, fazendo gostar do vaivém que fazia. Não sabia direito no que pensar, afinal precisava dormir e o calor era insuportável. Mas e o tesão? Não, não o deixaria descansar, precisava de mais.
O cheiro fazia ela desejar outros corpos que não só o dela e foi inevitável que os seus dedos ganhassem vida própria e as brincadeiras começaram a ter pele, tato, gosto e rosto… Naquela gostosa massagem de clitóris, era ele quem agora aparecia: firme, decidido, dedicado. E já flertavam as idéias com a imagem daquele cacete duro, bonito, que ela só tinha visto uma única e certeira vez: Ele, descuidado, andava nú pelo apartamento em frente num dia de preguiça. Mas ela o queria e guardava a forma e naquele ato de enfiar lentamente o dedo para dentro dela, imaginou o conteúdo todo. Gozou em labaredas, espasmadas, contínuas, gemeu sozinha. A aquele gemido ainda assim aumentou o cheiro de sexo que exalavam todos os poros daquele quarto.
Achou um pote desses cremes baratos e instintivamente deixou pau e mão melados, adorava se lambuzar com os prazeres da vida, assim como quando era criança e se lambuzava com o sorvete de propósito. Ele riu. Lembrou que tudo melado era mais gostoso. E pensou na vizinha com aquelas blusas quase transparentes e shortinhos colados no corpo com a polpa da bunda a mostra.
-Que tesão naquela sem vergonha.
Tocou uma bem forte e rápida, manteve o ritmo, as mãos deslizavam do creme. Imaginou lambendo os peitos dela, apertando, chupando sua pele, seu pescoço, fodendo com a boca, puxando os cabelos, fodendo a buceta e o cú. Ahhh, o cú.
Gozou. E relaxou.
Pensou ter visto a luz do quarto do vizinho acesa, será que tinha alguém acordado? Foi olhar pela janela, mas acabou chamando atenção de quem estava no apartamento de lá… Naquele calor e naquele estado de entrega, foi difícil não reparar na cena: Um casal no apartamento vizinho ao do homenageado, numa baita trepação desenfreada. A mulher, completamente nua, linda e arreganhada, sentada de perna aberta no maridão, que estava com o pau tão duro que mesmo naquela distância era possível vê-lo, nítido, bojudo, saliente. Ela, que já estava brutalmente excitada, se deixou levar pela cena e participou do jogo, se masturbando acompanhando a cena. Reparou que eles a olhavam, brincou com eles e como se fosse maestrina coordenou as brincadeiras. “Puuuuuuuuta que Pariuuuuuuuuu” gritou alto, para eles ouvirem, quando gozou a jarros fartos.
A mulher de lá acenou, mas fechou a cortina. E ela se jogou na cadeira da sala, jogando água pelo corpo: “Preciso urgentemente do telefone daquele cara”.
Na banheira do quarto de hotel, prostrado e ainda duro, ele não teve dúvidas: “Chegando ao Rio vou falar com ela…”
Espero que se divirtam. Cada um se diverte com o que tem. E reconhecer estas possibilidades é tão bom….`
Contos de Alcova Tenra.
Contos é um blog saboroso, com contos muito bem escritos, cheios de pecado, suor e um toque de sensibilidade. Uma delícia. E assim, surgiu nossa parceria, espero que provem e aprovem.
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Fazia aquele calor do Rio. Tudo transpirava na madrugada. Gotejava, suada a roupa, molhada a camisa. Revirou de um lado para o outro, tentando encontrar uma forma de voltar a dormir. Mas o calor insistia. Sua camisa molhada deixara o bico do seio totalmente ereto. Uma excitação involuntária. Aquele calor absurdo e suas coxas que estavam próximas, mutuamente se tocando. Sentia seu sexo quente. Já não conseguia dormir. E o calor já estava nela. Começou a brincar com ela, dando volta com os dedos no grelo acordado. A outra mão, dedos rodeavam um dos bicos. Tinha sede. Seu dedo estava empapado. Ficou de bruços, daquele jeito que gozava fácil e começou a brincar com ela. Aquele calor e agora o cheiro do próprio sexo molhado, tocado…
Olhava fixamente para o ventilador de teto. Aquele calor o deixara insone. Ainda tinha um rádio que tocava Billie Holiday em plena madrugada. Parecia mentira, mas aquele som o deixava inquieto e para completar o suor trazia o tesão. Só lembrava da vizinha do Rio, que nesse momento deveria estar na sua cama. Era um desejo de tempos. Involuntariamente, seu pau já endureceu e automaticamente sua mão o apertava, fazendo gostar do vaivém que fazia. Não sabia direito no que pensar, afinal precisava dormir e o calor era insuportável. Mas e o tesão? Não, não o deixaria descansar, precisava de mais.
O cheiro fazia ela desejar outros corpos que não só o dela e foi inevitável que os seus dedos ganhassem vida própria e as brincadeiras começaram a ter pele, tato, gosto e rosto… Naquela gostosa massagem de clitóris, era ele quem agora aparecia: firme, decidido, dedicado. E já flertavam as idéias com a imagem daquele cacete duro, bonito, que ela só tinha visto uma única e certeira vez: Ele, descuidado, andava nú pelo apartamento em frente num dia de preguiça. Mas ela o queria e guardava a forma e naquele ato de enfiar lentamente o dedo para dentro dela, imaginou o conteúdo todo. Gozou em labaredas, espasmadas, contínuas, gemeu sozinha. A aquele gemido ainda assim aumentou o cheiro de sexo que exalavam todos os poros daquele quarto.
Achou um pote desses cremes baratos e instintivamente deixou pau e mão melados, adorava se lambuzar com os prazeres da vida, assim como quando era criança e se lambuzava com o sorvete de propósito. Ele riu. Lembrou que tudo melado era mais gostoso. E pensou na vizinha com aquelas blusas quase transparentes e shortinhos colados no corpo com a polpa da bunda a mostra.
-Que tesão naquela sem vergonha.
Tocou uma bem forte e rápida, manteve o ritmo, as mãos deslizavam do creme. Imaginou lambendo os peitos dela, apertando, chupando sua pele, seu pescoço, fodendo com a boca, puxando os cabelos, fodendo a buceta e o cú. Ahhh, o cú.
Gozou. E relaxou.
Pensou ter visto a luz do quarto do vizinho acesa, será que tinha alguém acordado? Foi olhar pela janela, mas acabou chamando atenção de quem estava no apartamento de lá… Naquele calor e naquele estado de entrega, foi difícil não reparar na cena: Um casal no apartamento vizinho ao do homenageado, numa baita trepação desenfreada. A mulher, completamente nua, linda e arreganhada, sentada de perna aberta no maridão, que estava com o pau tão duro que mesmo naquela distância era possível vê-lo, nítido, bojudo, saliente. Ela, que já estava brutalmente excitada, se deixou levar pela cena e participou do jogo, se masturbando acompanhando a cena. Reparou que eles a olhavam, brincou com eles e como se fosse maestrina coordenou as brincadeiras. “Puuuuuuuuta que Pariuuuuuuuuu” gritou alto, para eles ouvirem, quando gozou a jarros fartos.
A mulher de lá acenou, mas fechou a cortina. E ela se jogou na cadeira da sala, jogando água pelo corpo: “Preciso urgentemente do telefone daquele cara”.
Na banheira do quarto de hotel, prostrado e ainda duro, ele não teve dúvidas: “Chegando ao Rio vou falar com ela…”
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punheta,
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