Era a puta mais gostosa da noite. Troquei alguns olhares, mas ela quem veio até a mim. Se sentou, pediu uma bebida ao meu lado e começou a puxar papo, com aquele olhar que só as mulheres conseguem fazer... De uma putinha que está quase pedindo que façamos nosso papel de macho delas.
Como queria ver ela implorar, fingi que não estava entendendo as investidas e continuei conversando.
Passou algumas horas e várias garrafas de cerveja, o clima estava esquentando e eu estava cheio de tesão. Resolvi levantar e perguntei se podia levar ela para um lugar com menos barulho. Ela sorriu e foi na frente. Aproveitei e dei uma boa olhada para a bunda dela, que era redondinha e empinada. Linda.
Entrei no carro e ela foi sentando atrás. Sem entender, virei para perguntar porquê ela estava atrás, mas não foi preciso. Quando virei, ela estava de saia, sem calcinha, com as pernas abertas me esperando. Fechei os vidros, tranquei o carro e fui atrás da safada.
Já estava louco de tesão. Tirei sua blusa, enquanto chupava seus peitos com vontade. Apertava, mordiscava, lambia. Ela gemia, falava que estava gostoso, implorava por mais.
Continuei chupando seus peitos enquanto ela tirava minha calça.
Levei minha mão até sua buceta. Estava molhada, tinha uma textura suave, pele feminina, como eu gosto!
Ela já tinha conseguido tirar a calça até a coxa e eu fui descendo para lamber aquele buceta gostosa. Abri bem as pernas da putinha, e comecei a lamber. Coloquei os dedos e lambia. Ela gemia, gritava, puxava meu cabelo... Fiz os dedos entrarem e sairem com mais força e mais rápido, continuei chupando... A putinha gozou bem na minha boca.
Dei meu pau para ela chupar, chupou bem gostoso, cheia de saliva e com uma pressão perfeita, colocava tudo na boca, deixava passar pela garganta sem reclamar e sugava enquanto a lingua passeava.
Tirei da boca dela e coloquei na bucetinha molhada. Estava bem quente, uma delícia.
Coloquei com força, ela gemia ofegante, segurei no cabelo dela e coloquei com mais força, mais intensidade... Esta prestes a gozar, avisei e ela deu um sinal positivo, empinou sua buceta pra mim e gozei gostoso. Dei um urro de prazer enquanto ela gemia de satisfação.
Foi realmente a putinha mais gostosa da noite.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Do you want play a game?
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Carinho com Selinho
Por conscidência recebi o mimo de dois blogs maravilhosos, que vejo e recomendo: Estetika BDSM e Única e exclusiva: Luxúria Inocente
Teria que repassar o selo a 15 blogs, mas vou escolher o top 5 e avisar a todos. Recomendadíssimo na mais ordem e completa desordem:
Doce e Sexo
Degusta
2 Dogs
Escrevo e amo de pau duro
Momentos de tesão
Responder às perguntas:
Nome : Ludmila Roumillac
Uma música: Nina Simone - `Feeling good`
Humor: Inteligente e ácido
Uma cor: Roxo
Uma estação: Inverno
Como prefere viajar: Com pessoas agradáveis
Um seriado: Dexter
Frase ou palavra mais dita por você: A virtude está no equilíbrio.
O que achou do selo: Adoreeeeeei, não esperava!
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Verdade Nua e Crua
“Quando ficamos com os olhos fechados durante uma transa, nem sempre estamos pensando em vocês. Isso não é um sinal de que a performance está ruim. Às vezes, precisamos de um estímulo aditivo para chegar ao clímax. E aí que vem à cabeça o filme pornô, o George Clooney ou até o vizinho. Mas não se preocupe com essa ‘escapada’. O que importa é o final feliz. Uma mulher satisfeita não tem motivo para pular a cerca.” (Por Ana Luiza Leal)Um dos enigmas das mulheres
sábado, 15 de janeiro de 2011
Corno
Segundo Arnaldo Jabor, VOCÊ SERÁ (OU É???) "corno", a menos que:
"- Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura. Antigamente elas choravam.
Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.
- Não ache que ela tem poderes "adivinhatórios". Ela tem de saber -
da sua boca - o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar...
às conseqüências expostas acima."
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Strange fruit
Ao som de: Strange Fruit - Billie Holiday
Laila é doce, simples, mas é forte. Tem o poder de me fascinar, sempre foi assim. Diria que é uma menina mulher.
Depois de longas conversas decidimos nos permitir. Afinal, está chegando a virada do ano, é nossa última chance. Não que realmente fosse, mas encontrei a desculpa perfeita para trazê-la até aqui e ela fingiu acreditar, enganou a si mesma, para simplesmente viver o que queria...
Não preparamos roupas ou velas ou até mesmo perfumes e maquiagens. Queria sentir ela, por completa e ao natural.
Nos beijamos, com vontade. Mas o beijo é leve. Menina... sempre tão meiga.
Passeei com minha boca pelo pescoço, colo. Laila tem a pele branca, cabelos curtos, cheios, dourados.
Quis descobrir o resto. Desci sua blusa enquanto ela me olhava. Seus seios eram perfeitos. Pequenos, firmes, bico rosado, mirando o teto. Chupei cada um deles sem pressa, podiam ser só meu naquele momento e eu não ia desperdiçá-los. Ela acariciava minha cabeça enquanto eu descia.
Desci a boca pelas curva da sua barriga, era aveludada, gostosa de brincar. Segurava ela pelo quadril, desejando cada centímetro do seu corpo.
Cheguei ao short. Desabotoei, tirei com cuidado e a levei para o chão. Ela deitou. Nos beijamos mais. Ela queria que eu continuasse, seu olhar me dizia. E eu o fiz, mas minha calmaria estava dando lugar ao desejo. Queria e queria já.
Tirei a calcinha, abri as pernas dela. Lambi seu sexo, passeei minha lingua por cada contorno da boceta. Chupei com vontade, com sede, com o corpo e a comi em pensamento.
Laila se contorcia, estava de olhos fechados sentindo minha pele, minha lingua, meus dedos.
Enfiei o primeiro, fiz ela o lambuzar de saliva. Seu sexo pedia por mais. Enfiei mais um e ele estava preenchido. Lambi, lambuzei, salivei, passei pela buceta e o cú, era rosado, fechado e saboroso, ela se contorcia ainda mais. Abri mais suas pernas, as matinha abertas com o braço e com o outro mantinha o movimento com meus dedos dentro dela, enquanto a lingua passeava pela buceta e cú. Ela se virava, gritava, contorcia mas pedia para não parar. Enfiei meu terceiro dedo e fiz os movimentos fortes até que ela deu um grito abafado, suas pernas tremiam, sua boceta jorrava e eu tomava todo seu suco, que era bem doce.
Tirei meus dedos, soltei sua perna e deitei ao seu lado enquanto ela ainda mantinha o olho fechado e um sorriso largo.
Eu a observava. Ela que reclamava que era tão rotulada, naquele momento eu a rotulei. Laila era minha "Strange Fruit"...
Laila é doce, simples, mas é forte. Tem o poder de me fascinar, sempre foi assim. Diria que é uma menina mulher.
Depois de longas conversas decidimos nos permitir. Afinal, está chegando a virada do ano, é nossa última chance. Não que realmente fosse, mas encontrei a desculpa perfeita para trazê-la até aqui e ela fingiu acreditar, enganou a si mesma, para simplesmente viver o que queria...
Não preparamos roupas ou velas ou até mesmo perfumes e maquiagens. Queria sentir ela, por completa e ao natural.
Nos beijamos, com vontade. Mas o beijo é leve. Menina... sempre tão meiga.
Passeei com minha boca pelo pescoço, colo. Laila tem a pele branca, cabelos curtos, cheios, dourados.
Quis descobrir o resto. Desci sua blusa enquanto ela me olhava. Seus seios eram perfeitos. Pequenos, firmes, bico rosado, mirando o teto. Chupei cada um deles sem pressa, podiam ser só meu naquele momento e eu não ia desperdiçá-los. Ela acariciava minha cabeça enquanto eu descia.
Desci a boca pelas curva da sua barriga, era aveludada, gostosa de brincar. Segurava ela pelo quadril, desejando cada centímetro do seu corpo.
Cheguei ao short. Desabotoei, tirei com cuidado e a levei para o chão. Ela deitou. Nos beijamos mais. Ela queria que eu continuasse, seu olhar me dizia. E eu o fiz, mas minha calmaria estava dando lugar ao desejo. Queria e queria já.
Tirei a calcinha, abri as pernas dela. Lambi seu sexo, passeei minha lingua por cada contorno da boceta. Chupei com vontade, com sede, com o corpo e a comi em pensamento.
Laila se contorcia, estava de olhos fechados sentindo minha pele, minha lingua, meus dedos.
Enfiei o primeiro, fiz ela o lambuzar de saliva. Seu sexo pedia por mais. Enfiei mais um e ele estava preenchido. Lambi, lambuzei, salivei, passei pela buceta e o cú, era rosado, fechado e saboroso, ela se contorcia ainda mais. Abri mais suas pernas, as matinha abertas com o braço e com o outro mantinha o movimento com meus dedos dentro dela, enquanto a lingua passeava pela buceta e cú. Ela se virava, gritava, contorcia mas pedia para não parar. Enfiei meu terceiro dedo e fiz os movimentos fortes até que ela deu um grito abafado, suas pernas tremiam, sua boceta jorrava e eu tomava todo seu suco, que era bem doce.
Tirei meus dedos, soltei sua perna e deitei ao seu lado enquanto ela ainda mantinha o olho fechado e um sorriso largo.
Eu a observava. Ela que reclamava que era tão rotulada, naquele momento eu a rotulei. Laila era minha "Strange Fruit"...
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Ano Novo
Um presente desses de ano novo, não seria nada mal, hein?!
P.S.: Alguém teve um presente surpresa desses no natal e quer compartilhar com a gente? Humnnnn...?!
P.S.: Alguém teve um presente surpresa desses no natal e quer compartilhar com a gente? Humnnnn...?!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Através do som
Com tantos dias sem um tempo somente para mim, resolvi mudar a rotina hoje. Com um bom papo e uma boa música, resolvi entrar no banho.
Água morna, som gostoso ao fundo. Fechei os olhos, viajei na música, na guitarra, na bateria, nas vozes. Mergulhei em cada detalhe, peguei o sabonete, ele escorria pelo meu corpo com as batidas. Meus peitos já estavam com o bico querendo saltar, duros, firmes.
Minhas mãos passearam por eles, o sabonete ajudava a deslizar, fazia sem pressa para acabar. Meu coração batia mais acelerado, o tesão aumentava. Passeei pela barriga, acariciei cada curva do meu corpo, me desejei como nunca. Desci para a buceta. Ela pulsava, parecia bater junto com meu coração. Estava babada, melada, desejando que a preenchesse.
Coloquei um dedo, dois, entrava com tanta facilidade, o tesão só aumentava. Lembrei do dono da voz. Desejei que ele a preenchesse, meus dedos aumentavam a pressão, corriam com mais pressa. A música aumentava de nota, estava prestes ao grande final. E eu também. Desci. Me entreguei. Escorreguei até o chão do box, toda babada, ensaboada, molhada... Os dedos não paravam, a música no solo final, o pensamento a tona....e... Gozamos... Eu, a música, os músicos e todos que foram cúmplices no Amarelinha. Derramei meu líquido doce pelo chão, pensei na boca, no pau, no gozo... e gozei de novo. Fechei os olhos, relaxei, estava trêmula... e ... Ainda desejando por mais.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Um boquete e um copo d'água
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