Um presente desses de ano novo, não seria nada mal, hein?!
P.S.: Alguém teve um presente surpresa desses no natal e quer compartilhar com a gente? Humnnnn...?!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Através do som
Com tantos dias sem um tempo somente para mim, resolvi mudar a rotina hoje. Com um bom papo e uma boa música, resolvi entrar no banho.
Água morna, som gostoso ao fundo. Fechei os olhos, viajei na música, na guitarra, na bateria, nas vozes. Mergulhei em cada detalhe, peguei o sabonete, ele escorria pelo meu corpo com as batidas. Meus peitos já estavam com o bico querendo saltar, duros, firmes.
Minhas mãos passearam por eles, o sabonete ajudava a deslizar, fazia sem pressa para acabar. Meu coração batia mais acelerado, o tesão aumentava. Passeei pela barriga, acariciei cada curva do meu corpo, me desejei como nunca. Desci para a buceta. Ela pulsava, parecia bater junto com meu coração. Estava babada, melada, desejando que a preenchesse.
Coloquei um dedo, dois, entrava com tanta facilidade, o tesão só aumentava. Lembrei do dono da voz. Desejei que ele a preenchesse, meus dedos aumentavam a pressão, corriam com mais pressa. A música aumentava de nota, estava prestes ao grande final. E eu também. Desci. Me entreguei. Escorreguei até o chão do box, toda babada, ensaboada, molhada... Os dedos não paravam, a música no solo final, o pensamento a tona....e... Gozamos... Eu, a música, os músicos e todos que foram cúmplices no Amarelinha. Derramei meu líquido doce pelo chão, pensei na boca, no pau, no gozo... e gozei de novo. Fechei os olhos, relaxei, estava trêmula... e ... Ainda desejando por mais.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Um boquete e um copo d'água
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Cada um se diverte com o que tem…
`O texto aqui escrito é fruto da cumplicidade entre o Contos e o Amarelinha.
Espero que se divirtam. Cada um se diverte com o que tem. E reconhecer estas possibilidades é tão bom….`
Contos de Alcova Tenra.
Contos é um blog saboroso, com contos muito bem escritos, cheios de pecado, suor e um toque de sensibilidade. Uma delícia. E assim, surgiu nossa parceria, espero que provem e aprovem.
____________________________
Fazia aquele calor do Rio. Tudo transpirava na madrugada. Gotejava, suada a roupa, molhada a camisa. Revirou de um lado para o outro, tentando encontrar uma forma de voltar a dormir. Mas o calor insistia. Sua camisa molhada deixara o bico do seio totalmente ereto. Uma excitação involuntária. Aquele calor absurdo e suas coxas que estavam próximas, mutuamente se tocando. Sentia seu sexo quente. Já não conseguia dormir. E o calor já estava nela. Começou a brincar com ela, dando volta com os dedos no grelo acordado. A outra mão, dedos rodeavam um dos bicos. Tinha sede. Seu dedo estava empapado. Ficou de bruços, daquele jeito que gozava fácil e começou a brincar com ela. Aquele calor e agora o cheiro do próprio sexo molhado, tocado…
Olhava fixamente para o ventilador de teto. Aquele calor o deixara insone. Ainda tinha um rádio que tocava Billie Holiday em plena madrugada. Parecia mentira, mas aquele som o deixava inquieto e para completar o suor trazia o tesão. Só lembrava da vizinha do Rio, que nesse momento deveria estar na sua cama. Era um desejo de tempos. Involuntariamente, seu pau já endureceu e automaticamente sua mão o apertava, fazendo gostar do vaivém que fazia. Não sabia direito no que pensar, afinal precisava dormir e o calor era insuportável. Mas e o tesão? Não, não o deixaria descansar, precisava de mais.
O cheiro fazia ela desejar outros corpos que não só o dela e foi inevitável que os seus dedos ganhassem vida própria e as brincadeiras começaram a ter pele, tato, gosto e rosto… Naquela gostosa massagem de clitóris, era ele quem agora aparecia: firme, decidido, dedicado. E já flertavam as idéias com a imagem daquele cacete duro, bonito, que ela só tinha visto uma única e certeira vez: Ele, descuidado, andava nú pelo apartamento em frente num dia de preguiça. Mas ela o queria e guardava a forma e naquele ato de enfiar lentamente o dedo para dentro dela, imaginou o conteúdo todo. Gozou em labaredas, espasmadas, contínuas, gemeu sozinha. A aquele gemido ainda assim aumentou o cheiro de sexo que exalavam todos os poros daquele quarto.
Achou um pote desses cremes baratos e instintivamente deixou pau e mão melados, adorava se lambuzar com os prazeres da vida, assim como quando era criança e se lambuzava com o sorvete de propósito. Ele riu. Lembrou que tudo melado era mais gostoso. E pensou na vizinha com aquelas blusas quase transparentes e shortinhos colados no corpo com a polpa da bunda a mostra.
-Que tesão naquela sem vergonha.
Tocou uma bem forte e rápida, manteve o ritmo, as mãos deslizavam do creme. Imaginou lambendo os peitos dela, apertando, chupando sua pele, seu pescoço, fodendo com a boca, puxando os cabelos, fodendo a buceta e o cú. Ahhh, o cú.
Gozou. E relaxou.
Pensou ter visto a luz do quarto do vizinho acesa, será que tinha alguém acordado? Foi olhar pela janela, mas acabou chamando atenção de quem estava no apartamento de lá… Naquele calor e naquele estado de entrega, foi difícil não reparar na cena: Um casal no apartamento vizinho ao do homenageado, numa baita trepação desenfreada. A mulher, completamente nua, linda e arreganhada, sentada de perna aberta no maridão, que estava com o pau tão duro que mesmo naquela distância era possível vê-lo, nítido, bojudo, saliente. Ela, que já estava brutalmente excitada, se deixou levar pela cena e participou do jogo, se masturbando acompanhando a cena. Reparou que eles a olhavam, brincou com eles e como se fosse maestrina coordenou as brincadeiras. “Puuuuuuuuta que Pariuuuuuuuuu” gritou alto, para eles ouvirem, quando gozou a jarros fartos.
A mulher de lá acenou, mas fechou a cortina. E ela se jogou na cadeira da sala, jogando água pelo corpo: “Preciso urgentemente do telefone daquele cara”.
Na banheira do quarto de hotel, prostrado e ainda duro, ele não teve dúvidas: “Chegando ao Rio vou falar com ela…”
Espero que se divirtam. Cada um se diverte com o que tem. E reconhecer estas possibilidades é tão bom….`
Contos de Alcova Tenra.
Contos é um blog saboroso, com contos muito bem escritos, cheios de pecado, suor e um toque de sensibilidade. Uma delícia. E assim, surgiu nossa parceria, espero que provem e aprovem.
____________________________
Fazia aquele calor do Rio. Tudo transpirava na madrugada. Gotejava, suada a roupa, molhada a camisa. Revirou de um lado para o outro, tentando encontrar uma forma de voltar a dormir. Mas o calor insistia. Sua camisa molhada deixara o bico do seio totalmente ereto. Uma excitação involuntária. Aquele calor absurdo e suas coxas que estavam próximas, mutuamente se tocando. Sentia seu sexo quente. Já não conseguia dormir. E o calor já estava nela. Começou a brincar com ela, dando volta com os dedos no grelo acordado. A outra mão, dedos rodeavam um dos bicos. Tinha sede. Seu dedo estava empapado. Ficou de bruços, daquele jeito que gozava fácil e começou a brincar com ela. Aquele calor e agora o cheiro do próprio sexo molhado, tocado…
Olhava fixamente para o ventilador de teto. Aquele calor o deixara insone. Ainda tinha um rádio que tocava Billie Holiday em plena madrugada. Parecia mentira, mas aquele som o deixava inquieto e para completar o suor trazia o tesão. Só lembrava da vizinha do Rio, que nesse momento deveria estar na sua cama. Era um desejo de tempos. Involuntariamente, seu pau já endureceu e automaticamente sua mão o apertava, fazendo gostar do vaivém que fazia. Não sabia direito no que pensar, afinal precisava dormir e o calor era insuportável. Mas e o tesão? Não, não o deixaria descansar, precisava de mais.
O cheiro fazia ela desejar outros corpos que não só o dela e foi inevitável que os seus dedos ganhassem vida própria e as brincadeiras começaram a ter pele, tato, gosto e rosto… Naquela gostosa massagem de clitóris, era ele quem agora aparecia: firme, decidido, dedicado. E já flertavam as idéias com a imagem daquele cacete duro, bonito, que ela só tinha visto uma única e certeira vez: Ele, descuidado, andava nú pelo apartamento em frente num dia de preguiça. Mas ela o queria e guardava a forma e naquele ato de enfiar lentamente o dedo para dentro dela, imaginou o conteúdo todo. Gozou em labaredas, espasmadas, contínuas, gemeu sozinha. A aquele gemido ainda assim aumentou o cheiro de sexo que exalavam todos os poros daquele quarto.
Achou um pote desses cremes baratos e instintivamente deixou pau e mão melados, adorava se lambuzar com os prazeres da vida, assim como quando era criança e se lambuzava com o sorvete de propósito. Ele riu. Lembrou que tudo melado era mais gostoso. E pensou na vizinha com aquelas blusas quase transparentes e shortinhos colados no corpo com a polpa da bunda a mostra.
-Que tesão naquela sem vergonha.
Tocou uma bem forte e rápida, manteve o ritmo, as mãos deslizavam do creme. Imaginou lambendo os peitos dela, apertando, chupando sua pele, seu pescoço, fodendo com a boca, puxando os cabelos, fodendo a buceta e o cú. Ahhh, o cú.
Gozou. E relaxou.
Pensou ter visto a luz do quarto do vizinho acesa, será que tinha alguém acordado? Foi olhar pela janela, mas acabou chamando atenção de quem estava no apartamento de lá… Naquele calor e naquele estado de entrega, foi difícil não reparar na cena: Um casal no apartamento vizinho ao do homenageado, numa baita trepação desenfreada. A mulher, completamente nua, linda e arreganhada, sentada de perna aberta no maridão, que estava com o pau tão duro que mesmo naquela distância era possível vê-lo, nítido, bojudo, saliente. Ela, que já estava brutalmente excitada, se deixou levar pela cena e participou do jogo, se masturbando acompanhando a cena. Reparou que eles a olhavam, brincou com eles e como se fosse maestrina coordenou as brincadeiras. “Puuuuuuuuta que Pariuuuuuuuuu” gritou alto, para eles ouvirem, quando gozou a jarros fartos.
A mulher de lá acenou, mas fechou a cortina. E ela se jogou na cadeira da sala, jogando água pelo corpo: “Preciso urgentemente do telefone daquele cara”.
Na banheira do quarto de hotel, prostrado e ainda duro, ele não teve dúvidas: “Chegando ao Rio vou falar com ela…”
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
O mesmo rosto
Se pegaram com força. Queriam tudo que o outro poderia oferecer. Eram bocas, pêlos, mãos, unhas, dedos, orelhas, pés, pau e buceta. O cheiro era de sexo. O vício do cheiro era agradável, atormentador, impiedoso. A cama era o confessionário dos corpos.
O pau era um mastro, duro. A boceta, rosada, lisa, delicada.
Falavam besteiras ao pé do ouvido.
Fodiam como se fosse a última vez.
O ritmo acelerava.
Os dois tinham uma sintonia incrível para quem não se conhecia. Tudo tinha ritmo. Os gemidos, os movimentos, a posição e até o suor. A cama estava molhada. E os dois continuavam num pique que nào lembravam há tempos.
Ela de quatro ofereceu sua buceta, que pulsava, pronta para gozar. Era sua posição favorita.
Ele a segurou pelos cabelos e fodeu como ela merecia. Estava pronto para vê-la gozando.
Puxou com mais força aquela vadia e enfiou com toda vontade, enterrou seu mastro, aumentou o ritmo, xingou, aumentou mais e mais e ...
Ela parou de respirar, seu coração acelerou e ela gozou numa explosão.
Ele a olhou com o rosto agônico e sussurrou para si mesmo: a morte deve ter o mesmo rosto.
Gozou.
O pau era um mastro, duro. A boceta, rosada, lisa, delicada.
Falavam besteiras ao pé do ouvido.
Fodiam como se fosse a última vez.
O ritmo acelerava.
Os dois tinham uma sintonia incrível para quem não se conhecia. Tudo tinha ritmo. Os gemidos, os movimentos, a posição e até o suor. A cama estava molhada. E os dois continuavam num pique que nào lembravam há tempos.
Ela de quatro ofereceu sua buceta, que pulsava, pronta para gozar. Era sua posição favorita.
Ele a segurou pelos cabelos e fodeu como ela merecia. Estava pronto para vê-la gozando.
Puxou com mais força aquela vadia e enfiou com toda vontade, enterrou seu mastro, aumentou o ritmo, xingou, aumentou mais e mais e ...
Ela parou de respirar, seu coração acelerou e ela gozou numa explosão.
Ele a olhou com o rosto agônico e sussurrou para si mesmo: a morte deve ter o mesmo rosto.
Gozou.
domingo, 24 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Escolha
As brincadeiras não cabem mais.
Ela fez sua escolha, é ele quem ela quer.
Espera ansiosamente pelo seu sorriso, seu cheiro e finalmente... SEU CORPO.
Se toca todas as noites pensando nele.
Sua buceta fica enxarcada de tesão.
Sua boca saliva.
Ela finalmente pensa: Será que ele não tem fome?
P.S.: Aos poetas, feliz dia a vocês, comemorem bastaaante!
Ela fez sua escolha, é ele quem ela quer.
Espera ansiosamente pelo seu sorriso, seu cheiro e finalmente... SEU CORPO.
Se toca todas as noites pensando nele.
Sua buceta fica enxarcada de tesão.
Sua boca saliva.
Ela finalmente pensa: Será que ele não tem fome?
P.S.: Aos poetas, feliz dia a vocês, comemorem bastaaante!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Papo ordinário
Depois do sexo com os dois:
-Poxa, estava louco para você propor uma DP.
- Po, tá querendo me foder, me beija né.
-Poxa, estava louco para você propor uma DP.
- Po, tá querendo me foder, me beija né.
sábado, 2 de outubro de 2010
Gostosa
Não tem nada a ver com ser magra ou gorda, branca ou preta, alta ou baixa... Tem a ver com ser Gostosa.
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