Páginas

domingo, 22 de março de 2009

"Ejaculação feminina"


Esse é um assunto bem polêmico, há muitas controvérsias, mas to aqui para esclarecer algumas dúvidas e também criar um debate com vocês, ahhhh, em breve o blog terá contos um pouco... diferentes... digamos assim. Pois bem, vamos ao que interessa:
A ejaculação feminina
é a excreção de líquidos pelas glândulas de Skene e pelas glândulas parauetrais durante o orgasmo. O líquido é transparente, inodoro, ralo e varia de 15ml a 200ml, depende da mulher. Alguns dizem que está diretamente relacionado à estimulação do Ponto G. “Essa informação foi veiculada devido a pesquisas de entrevistas com mulheres, porém não há trabalho científico a respeito”, explica a ginecologista Glene Rodrigues. De acordo com a doutora, esse relato geralmente é observado em mulheres que têm múltiplos orgasmos ou aquelas que atingem o clímax através da estimulação vaginal. O líquido da ejaculação só é expelido na hora do orgasmo.

Para quem não sabe:

Ejaculação: Ato de expelir o esperma durante o orgasmo masculino.
Ejaculação feminina: Orgasmo vaginal intenso que resulta na liberação de líquidos vaginais.
Orgasmo: Sensação alcançada no auge da relação sexual, também conhecido como gozo, que provoca a ejaculação no homem e, na mulher, contrações uterinas, dilatação da pupila e tremores no corpo.

Algumas mulheres que descobriram ter o Ponto G relatam que o orgasmo é tão intenso que chegam a molhar a cama, devido à quantidade de fluido/líquido produzido e escoado. Esse líquido seria diferente da urina, na cor e no cheiro, caracterizando o que muitos chamam de ejaculação feminina.

O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal (não precisa ficar se achando porque ela ficou molhada), essa lubrificação é feita antes do orgasmo e é produzida pela glândula de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual, e é liberado pelo canal da uretra.

Existem diversas técnicas para estimular o ponto G. No entanto a única maneira de fazer com que isto aconteça é fazer a sua companheira acreditar que tal é possível. Até porque TODAS as mulheres podem aprender a ejacular até dois copos de fluido, ou até mesmo ejacular a alguns metros de distância.

O que posso dizer é que acho que realmente todas conseguem, até as que costumam ter dificuldade para tal. Só precisa se descobrir, de preferência junto com um parceiro (a) e se não conseguir, sinto informar, mas o jeito é ir ... Tentando!!! rsrsrs

Galera, um beijooo, aguardem novidades e desculpem-me pela falta de tempo, mas to sem computador e internet... =/

Besos...



domingo, 15 de março de 2009

Sukita

Eu estudava no Pedro II e fazia meu colegial lá. Foi uma época muito boa, principalmente no terceiro ano, que haviam muitas festinhas (particulares, ou não). Eu sempre fui muito tranquila, exceto o fato de eu sempre ter admirado os homens mais velhos que eu, e foi assim que saí com alguns professores durante esse tempo. No terceiro ano eu tinha dezesseis anos e minha melhor amiga, a Helen, dezoito. Ela era uma menina de família riquíssima e sempre disse que no fim do ano, os pais dela liberariam o casarão para nossa comemoração. E assim foi feito. A turma toda passou com louvor, apesar da minha luta incansável com matemática. Aliás, minha e da metade da turma. A Helen marcou o dia, o horário e ela que organizou tudo, desde o buffet até o som. Todos confiaram no bom gosto dela. Cheguei junto com a galera e adorei! A festa estava linda, o jardim todo enfeitado, todos muito bem arrumados, banda ao vivo, buffet classudo e.. muita pegação! Até que minha amiga fez o que não deveria... Me apresentou o pai, a mãe estava viajando. Mas perai, para tudo!!! Que pai era aquele? Um coroa em forma, branco, alto, forte na medida, cabelo todo grisalho, olhos azuis, meio cinza além de expressivos e um sorriso "colgate". E... uma carinha de safaaado... Nossa, fiquei boquiaberta, admirando aquela beldade que nunca me foi apresentado antes e que mais parecia com o Richard Gare. Sacaram? O coroa era lindo, de babar. E de dar muuuuita inveja em qualquer garoto de dezoito. Mas o que eu não esperava era que alguém ia chamar minha amiga e que ele ia ficar conversando comigo. Ele falava, falava, mas eu não ouvia nada daquilo que ele falava, estava interessada era nele. Então dei minhas olhadas intensas e percebi que ele tentava disfarçar o volume que crescia na sua calça. Cheguei perto do ouvido dele, encostei de leve minha boca e falei "oi tio..."E ele fazendo o mesmo e segurando forte no meu braço, quase a ponto de machucar, respondeu "o que você quer garota?" Eu me afastei, soltando a mão dele do meu braço e de longe, gesticulei com a boca "v-o-c-ê". Claro que o álcool ajudou né, eu não tinha a menor ideia do que estava fazendo. Mas deu certo. Ele chegou perto e falando baixo, disse "meu quarto fica ao lado do banheiro principal, me espera lá sobrinha! Isso já foi o bastante para me deixar com a calcinha molhada. Aquela situação era arriscada e excitante. Simplesmente ele era o dono da casa, pai da Helen (que nem poderia sonhar com aquilo) e casado. Fui entrando na casa, pois o segurança sabia que eu era vip! E fui fingindo que ia ao banheiro e pulei de porta. Quando entrei lá, ele já estava. E mudou completamente. Ficou louco. Parecia nunca ter visto uma menina como eu. E assim, ele falou "tira a roupa, sobrinha, quero te ver toda peladinha". Eu sorri e aproveitei o embalo da música para dançar enquanto fazia o suspense e ia tirando aos poucos. Quando cheguei na calcinha, ele me jogou na cama e disse "quero que você se toque e se satisfaça sozinha, enquanto olho pra essa bucetinha molhada e esse corpinho gostoso" E assim eu fiz. Fui me alisando aos poucos, comecei a gostar daquilo e tirei a calcinha enquanto começava a me tocar, enquanto ele tirava a roupa e se tocava também, para mim. Pedi para que ele fosse um bom tio e falasse coisas para me agradar, e assim ele fez. Fui acelerando e ele também, coloquei meu dedo médio na boca, lambi ele e toquei no meu clitóris e aumentei a fricção até gozar. Fiquei tremendo as pernas e meu corpo estava caído na cama, enquanto ele se levanta da cadeira e fala "o tio agora vai comer essa bocetinha lisinha e molhada agora, vou colocar devagarzinho para não machucar minha sobrinha, tá bom?" E foi colocando. Sem dar tempo suficiente para eu me recuperar, estava sensível e gozei de novo com ele dentro de mim. Apertei minhas pernas na cintura dele e tive espasmos de prazer. Mas ele não aliviou e aumentou o ritmo, fudendo como um bom tiozão. Pediu para que eu ficasse de quatro e obedeci. Ele cavalgava em cima de mim com um desempenho e fôlego incrível para a idade dele, o que confirma minha teoria de que homem é igual vinho. Mas ele, realmente, era incrível. Depois me mudou de posição e me fez sentar nele, e aí fiz tudo que sei fazer direitinho. Me esfreguei e rebolei em cima daquele pau que se encaixava direitinho dentro de mim. Ele forçava o pau contra minha boceta, mesmo estando em baixo, dando umas estocadas. Segurava forte em meus seios, sempre impressionado em como eles eram grandes e durinhos. Me fez rolar na cama, saiu de dentro de mim e falou "agora abre essa boca que eu vou gozar sua sobrinha safada". Se masturbou rápido e saiu aquele leite quente, dentro da minha boca, deixando escorrer um pouco pelo queixo e deu um grunhido de prazer. Não satisfeito, me viu deitada, observando-o e com apenas dois dedos e um minuto me fez deixar a cama molhada. Relaxei um pouco e ele também. Depois de cinco minutinhos resolvemos nos recompor para que ninguém desconfiasse de algo. Saí primeiro e logo atrás, veio ele. Assim que passamos pela porta, passa um garçom e serve a bebida alaranjada, perguntamos o que era e ele responde "sukita!" Olhamos um para o outro e rimos juntos, saindo pela festa para aproveitar a boa música e o garçom com uma cara de que não tinha entendido nada.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Diabo Guardião

Acordei suada. Olhei para o relógio e eram apenas cinco da madrugada. Tive um sonho nada convencional, mas me fez acordar molhada, tanto meu rosto quanto meu corpo estavam sedentos. Eu queria voltar a dormir e continuar a ter aqueles sonhos, mas não consegui. Então resolvi ligar para um amigo para contar o que havia acontecido. Somos muito confidentes. Ele acabou atendendo com uma voz de sono terrível e eu me desculpei, mas ele insistiu para que eu falasse e contei da fantasia que tive no sonho. Logo, ele despertou e disse que iria até a minha casa assim que tomasse um banho e desse um pulo em um lugar. Preferi não fazer perguntas e aceitei. Resolvi também tomar um banho para despertar, escovei meus dentes, ajeitei a cama e fui fazer um café. Tive uma sensação de estar sendo vigiada a todo instante, olhei pela janela e não vi ninguém, então desencanei. Alguns minutos depois, toca a campainha, quando vou atender, é meu amigo já todo arrumadinho para o trabalho vindo ver se eu estava bem. Dei um abraço nele e nossa, sempre me surpreendo como ele é cheiroso e bem arrumado sem perder o estilo. Enquanto eu pegava uma água para nós dois, a campainha tocou. Fui atender, era meu vizinho, dizendo que não tinha conseguido dormir mais e foi ver se eu já estava de pé. Nossa! Quanta atenção só pra mim né... Fiquei lisonjeada. Convidei para que ele entrasse e sentasse conosco. Sentamos os três no sofá. Apresentei meu vizinho ao Marcelo e vice-versa. Nossa, não sei se foi o sonho, mas imaginei como seria gostoso ter aqueles dois homens comigo, ali, naquele instante, eu adoraria, gosto dos dois, seria uma experiência fantástica, mas seria loucura, eu não poderia fazer um pedido daquele, eles podiam se chatear e ir embora. Assim eu não ia conseguir nem um nem o outro né, e eu estava louca para transar. Tinha acordado cheia de vontade. Mas deixei rolar, o papo estava agradável e as companhias também. Até que meu vizinho pôs a mão na minha perna enquanto conversávamos sobre uma notícia que estava abalando nossa cidade. E eu retribuí, fazendo carinho em sua perna. Ele usava apenas um short. Marcelo, meu amigo, percebeu nossos carinhos e resolveu fazer alguma coisa. Enquanto eu falava, ele calou minha boca me dando um beijo super lento, a língua dele era quente e tinha um sabor de menta refrescante, ao mesmo tempo. Enquanto nos beijávamos, o vizinho começou a acariciar meus seios. Eles estavam em baixo de uma blusa um pouco transparente. Ele passava as mãos delicadamente em meus seios, os beijava com carinho e dava uns apertões leves. Os beijos de Marcelo foram aumentando intensidade e consequentemente o vizinho levantou minha blusa lentamente e deu um beijo no meu umbigo. Foi subindo cheio de beijos e língua e chegou ao biquinho dos meus seios. Ia apertando e alternadamente mordiscando a pontinha deles. Enquanto isso, meu amigo parou de me beijar dando dois tapinhas leves em meu rosto e me fez levantar. Levantei e o vizinho também. Marcelo se ajoelhou, abaixou meu short, sem nem tirar minha calcinha, a encostou para o lado e começou a me lamber enquanto o vizinho me beijava e apertava meus seios. Nesse momento eu já estava louca de tesão, continuei sentindo que estava sendo vigiada e isso me deixava mais molhada. Meu vizinho me pegou por trás, pelos braços e foi me colocando no chão aos poucos, enquanto Marcelo descia junto para continuar suas lambidas que me deixavam louca. Eu queria aqueles dois pra mim, ao mesmo tempo, estava louca para fuder com eles. Então eu pedi ao vizinho que tirasse o short, eu já podia ver o volume quase saltando aos meus olhos e estava louca para satisfazer ele. Ele tirou, como um bom garoto. E eu, como uma boa safada, peguei o pau dele com vontade na minha mão, acariciei lentamente e coloquei minha língua na cabeça dele, fui movimentando, girando a língua, que se enroscava no piercing e ele gemia de prazer. Enquanto eu já estava quase gozando com Marcelo me lambendo com tanta vontade. Ele deixava a língua passear por mim como quem já conhece o caminho e nunca se esqueceu. Ela passeava, ia e voltava, ia e voltava, tremia, entrava e saía e eu delirava, pedia por mais e ele não cansava e parecia que não iria cansar até me satisfazer por completa. E eu descontava meu prazer no vizinho. Coloquei-o todo dentro da minha boca, assim salivava cada vez mais, mas estava uma delícia, ele tinha um gosto doce e eu parecia uma criança louca por chocolate... Ele segurou firme no meu cabelo e movimentou minha cabeça na intensidade que ele queria. Eu adorei. Adorei ver a cara dele de quem está delirando. Mas eu estava prestes a gozar, foi quando Marcelo colocou dois dedos de uma vez dentro de mim e subindo e descendo com tanta vontade que em menos de um minuto eu gozei, fiquei toda molhada, molhei o chão, molhei a boca dele e ele me lambia toda sedento por mais do meu mel. Depois disso, o vizinho me colocou deitada em cima do Marcelo, nos beijamos e eu senti meu próprio sabor. Ele colocou aquele pau em mim, eu sentia ele todo, estava já toda molhada e aqueles movimentos faziam meu corpo pedir por mais uma dose de gozada. O vizinho se ajoelhou, lambeu meu cuzinho, colocou um dedo, dois e enfim entrou em mim, eu gemi de dor e prazer ao mesmo tempo. Nossa, era uma sensação indescritível dois homens dentro de mim. Eu estava prestes a gozar mais uma vez. Falei que ia gozar de novo e eles aumentaram o ritmo. O vizinho falando "Goza sua putinha, goza" e Marcelo estalou um tapa na minha bunda com vontade, nesse momento contraí tudo que havia em mim e relaxei, foi quanto um jato saiu de dentro de mim, tive uma ejaculação. Os dois me olharam espantados e quando perceberam o que havia acontecido, eu já estava mole, não conseguia fazer mais nada. Só senti que Marcelo segurou forte na minha cintura, aumentou o ritmo e gozou dentro de mim, com aquele leite maravilhoso, quente, dentro da minha buceta. E meu vizinho gozou em seguida comendo meu cuzinho, mas tirou antes e gozou nas minhas costas, me lambuzando toda. E assim ficamos, os três, tentando recuperar o fôlego e entender o que havia acontecido. Tenho certeza que quem me observava fez com que isso tudo acontecesse.

Era meu diabo guardião.



sábado, 7 de março de 2009

Dia de comemoração!

Mulheres I - Edson Marques

"Não me bastam os cinco sentidos para perceber-lhes toda a beleza. Não me bastam os cinco sentidos para viver com totalidade o mistério profundo que elas trazem consigo. Eu tenho é que tocá-las, cheirá-las, acariciá-las, penetrar-lhes o sorriso, sentir o seu perfume, beijar-lhes o céu da boca, ouvir suas histórias, transformá-las em deusas. Tenho que dar-lhes o amor que o meu corpo conduz e sustenta-me a alma. O belo amor natural de todos os corpos e almas e coisas do mundo. Como espelho de paixões em labareda, tenho que sentir nos seus olhos um raro brilho diamante.

Eu as respeito e as venero, com a graça de um cisne satisfeito nadando num lago tranqüilo e a ousadia de um touro selvagem recém-despertado. Não lhes faço perguntas, não as pressiono por nada, não quero mudá-las jamais. Sempre imagino o que possam sonhar, e procuro suavemente entrar no sonho delas. Cavalgo o vento para visitar-lhes as razões, as emoções, as loucuras. E como um deus escandaloso e surpreso por sua própria criatura, eu entro então no coração de cada uma delas, deliciosamente, como se entrasse numa pulsante catedral. Mergulho na essência dos seus desejos e cada vez me espanto mais com tanta fantasia, com tanta formosura. Os cinco sentidos, por não serem precisos, ainda não bastam, e eu preciso mais do que isso para compreendê-las.

Toda mulher é silenciosa por dentro. A existência pura se manifesta em cada detalhe. Assim na terra como no céu, amar as mulheres é uma experiência religiosa. E eu as amo, fina substância, como deve amar quem ama de verdade -- incondicionalmente. Sem ciúmes. Eu amo as morenas, as loiras, as baixinhas, as altas, as lindas, as quase feias. Amo as virtuosas, as magras, as gordinhas, as diabólicas, as tímidas, e até as mentirosas. As iluminadas, as pecadoras, e as santíssimas. Amo as virgens, as pobres, as ricas, as loucas, as muito vivas, as inocentes. As bronzeadas pelo sol, e as branquinhas. As inteligentes, e as nem tanto. Desde que sensíveis, eu amo as jovens, as velhas, as solteiras, as casadas, as separadas. As bem-amadas, e as abandonadas. As livres, e as indecisas. E se me dessem o poder, o tempo, e, principalmente, a chance, eu a todas elas daria, todos os dias, um orgasmo cósmico e sublime. Poeticamente.

Apanharia flores silvestres, tomaria sol com todas elas. Andaríamos descalços na areia, contemplaríamos crepúsculos cor de abóbora, jantaríamos à luz de velas, dançaríamos, tomaríamos vinho branco, olharíamos as estrelas. E eu lhes faria poesias de amor. Puro como um anjo, amaria cada uma delas eternamente — uma por vez. Com delicadeza, com doçura, com profundidade, com inocência. Entusiasmado, como se cada uma fosse a única. Como se no mundo inteiro não houvesse mais nada, nem ninguém.

Todas as noites, passaria cremes e encantos no seu corpo. Falaria sobre fábulas, contaria histórias românticas, as veria dormir. Ao som de Vangelis, velaria por um tempo o sono delas, e de madrugada, antes do sol raiar, antes do primeiro pássaro cantar, as cobriria com o resto de luar que ainda houvesse, e sairia em silêncio. Como um felino lógico, sensual e saciado, deslizaria pelo cetim azul-celeste dos lençóis, saltaria por sobre todas as metáforas -- e sorrindo iria embora.

Enfim, se fosse Deus, eu com certeza não mais cuidaria do universo e dessas coisinhas banais. Não iria ficar controlando o destino das pessoas, o tempo, a pressa, os compromissos, as horas, o caminho dos planetas, a economia, o cotidiano, o infinito, a Internet, a geografia... Não!

Eu somente iria amar as mulheres, como elas merecem. E como nunca foram amadas.
"

É mulherada, esse é o nosso dia e vamos comemorar em grande estilo!!!

Bem, como eu já havia dito, ficarei sem internet por um tempo pois vou me mudar hoje e vou programar alguns posts sempre que puder para que vocês não me abandonem, rsrsrs. Vou visitar os blogs sempre que tiver oportunidade também, mas não deixem de comentar aqui, pois quando eu puder ver, ficarei muitíssimo feliz!!! Um beijo a todos e principalmente TODAS!!!

See you.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Hello Stranger

Eu estava noiva havia apenas um mês, mas meu futuro marido mora em outra cidade, então nos víamos uma vez ao mês, sendo assim, quando se passou esse tempo, fui até ele. Eu acabei de fazer vinte e dois anos, ele é meu primeiro homem... Cheguei à rodoviária e comprei minha passagem. Esperei meia hora e já entrei no ônibus, pelo visto ia viajar sozinha, pois ninguém sentou do meu lado, aliás, quase todo o ônibus foi assim. Percebi que havia um homem muito bonito do outro lado do banco bem na minha direção, deveria estar com uns trinta anos, mas provavelmente cuidava muito bem do corpo. Ele me deu um sorrisinho, vendo que eu estava bisbilhotando ele. Fiquei sem graça e fingi que não era comigo, abaixei a cabeça e fiquei olhando para minhas unhas. E de lado, percebi que ele continuava olhando e com muita intensidade. Confesso que estava começando a gostar daqueles olhares, me sentia desejada, como nunca! E resolvi encarar, mas ele não desviava o olhar, fixou em mim e parecia estar certo do que queria. Mas eu sei que aquilo é errado, não poderia me deixar levar assim... Mas quando passei alguns minutos trocando olhares, ele deu duas batidinhas no banco e fazendo sinal de silêncio, para que eu fosse até lá. Hesitei. Mas deixei escapar um belo sorriso expressando minha vontade...

Nesse momento, todo o ônibus já havia fechado as janelas e o silêncio pairava, exceto pelo barulho que o ar condicionado fazia. Ele se levantou, fiquei tensa, não sabia o que ele iria fazer, mas por sorte ele só foi ao banheiro. Fiquei aliviada e meu corpo relaxou no banco. Nesse momento lembrei-me do motivo da minha viagem. Eu não podia me deixar levar assim, não podia! Relutava com meus pensamentos. Era uma briga constante de desejo e pensamentos. Eu lutava para resistir à minha verdadeira vontade naquele momento. Aquele homem mexeu comigo, de todas as formas, meu corpo parecia pegar fogo, mas... Por tão pouco...! Eu estava achando aquela situação toda muito estranha.

Mas quando eu menos esperei, ele volta do banheiro e senta ao meu lado. Sem trocar nem uma palavra, e sem fazer barulho, ele dá um suspiro forte em meu pescoço, em seguida, o beija delicadamente. Senti todos meus pêlos se arrepiarem e gostei da sensação, mas não sabia o que fazer, queria hesitar, devido aos meus preceitos, mas realmente eu não sabia como agir diante daquele homem que tanto me desejava e vice versa. Mas depois que ele tomou a iniciativa e deixou seu ar quente em meu pescoço, minha respiração ficou forte, ofegante. Eu estava cheia de desejo por aquele desconhecido. E minha excitação além da adrenalina de estar ali me fez ceder... Eu queria mais dele, meu corpo implorava por mais. Ele percebeu meu arrepio, pois passou os lábios na minha nuca em seguida deu um breve sorriso. Eu coloquei a mão na perna dele, enquanto isso ele deu um puxãozinho de leve segurando todo o meu cabelo e apoiou a outra no meu rosto, mas isso me deixou com mais tesão, só de pensar na possibilidade daquela mão que estava na minha bochecha dar um tapa, mas ele só a alisou. Depois puxou minha mão que estava em sua perna e colocou apoiada em seu membro que já estava implorando para sair de dentro da calça. Não resisti e tirei o botão, me surpreendendo por ele não estar usando cueca. Comecei a alisá-lo, passando minha mão por aquele pau que eu nunca havia visto, estava um pouco envergonhada, mas estava adorando e resolvi me entregar mesmo... Era tão vermelho, com veias saltitantes... Ele estava completamente excitado. Minha mão passeava com uma desenvoltura incrível, até que ele se exaltou me puxou o cabelo, empurrando minha cabeça e caí de boca em cima dele. Minha posição fazia eu me sentir mais à vontade, pois ele não podia ver minha cara bem safadinha adorando chupar aquele cacete que preenchia minha boca. Ele continuava segurando minha cabeça, controlando a intensidade e se contraía todo, estava no auge do prazer. O lambi todo, fazendo uma força na sucção, estava cheia de saliva e ele delirava. Minha bocetinha já estava quente, pegando fogo, querendo sentir aquele homem. Parece que ele também a queria, pois na mesma hora puxou minha cabeça, me pegou pela cintura, puxando meu vestido, empurrando minha calcinha e me colocou no colo dele, de costas, a essa altura todos no ônibus já estavam sonolentos, mas qualquer um poderia passar, pois estávamos perto do banheiro. A situação de risco, do meu erro parecia me deixar mais molhada e ele parecia nem pensar nisso. Me queria ali, naquele instante. E eu sentei no colo dele, pensei em sentar devagar, mas ele me empurrou com força e tive que me segurar para não gritar, a mão dele me abria ainda mais e eu rebolava em cima dele, estava adorando ficar encaixada nele movimentando-me. Estava sentindo muito prazer, acho que não ia agüentar por muito tempo. Ele acelerou o ritmo segurando forte em meus seios e eu deixei soltar um gemidinho, ele tapou minha boca e me abaixou rápido, olhei no canto do banco e vi que uma senhora lá na frente olhou para trás, ajeitou o óculos e achou não ter visto nada e se virou de novo. Ele me levantou de novo, apertando ainda meus seios e manteve o ritmo, eu não agüentei, apertei as coxas dele e gozei naquele pau... Minha perna estremeceu, meu corpo amoleceu e ele aumentou o ritmo, estava metendo com vontade, freneticamente, segurou na minha cintura com força e gozou. Senti-o prender a respiração pra não deixar sair um urro. Eu estava toda babada daquele desconhecido. Levantei-me devagar para não fazer barulho, tirei minha calcinha para me limpar, enquanto ele fechava a calça. Voltei para meu banco e de longe ele me mandou um sorriso que dizia tudo. Única coisa que eu podia fazer era retribuir o sorriso depois daquilo tudo e pensar... Hello stranger!

Bem, Leo (http://oscontosdeleo.blogspot.com/)e eu estamos fazendo uma parceria e esse conto foi fruto disso, espero os comentários para ver o que vocês acharam. Bem, ficarei sem computador pois vou me mudar essa semana e então minha atenção aqui vai diminuir um pouco, pois vou tentar programar os posts e serei breve nos blogs que visito, maaaaas, em breve isso também muda e estarei ainda mais presente! Agradeço aos elogios que o blog vem recebendo... Espero também e mail de vocês para que eles virem histórias divertidas!!! Um beijo carinhoso a todos que me acompanham aqui e esperem pois dessa parceria vai surgir muitos contos...! E quem sabe mais novidades!!! =D

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Um dia, um pecado.


Durante o carnaval tive de voltar ao trabalho, que é um escritório de advocacia que tenho no centro da cidade do Rio para atender um cliente marcado. Logo, cheguei cedo, tomei um café para acordar, liguei o ar, o computador e revisei alguns trabalhos pendentes. A campainha tocou e fui atender. Era Marco, meu novo cliente que chegou a mim por indicação. Não sabia como ele era, mas muito me agradou sua aparência. Tinha um rosto bem masculino, usava um óculos que o deixava muito bonito e apesar de eu não gostar de loiros, ele era muito charmoso, além de exalar um perfume que deixava rastros pelo escritório. Mas como tento não misturar as coisas, fui direto me apresentar para que ele contasse o motivo da sua vinda a mim. Mas, não foi isso que aconteceu. Ele deve ter percebido meus rápidos olhares ou simplesmente ficou louco comigo, pois me olhou quase me comendo com os olhos. Eu não evitei. Ele se aproximou e passou a mão pelos meus cabelos, vendo que eu deixaria ele avançar, ele não perdeu tempo. Me jogou contra a parede e beijou-me com desejo, sofreguidão. Eu não podia dizer não. Estava sem beijar alguém há três meses, meu corpo subia pelas paredes e só de pensar na hipótese disso acontecer. E aconteceu. Tinha um cara na minha frente me beijando, eu sentia já o volume nas suas calças roçando em mim e logo ali, no meu escritório. Onde jamais imaginei. Mas covardemente não o parei. Resolvi me render ao meu maior pecado cometido: a luxúria. Eu estava adorando ver a calça dele ficando cada vez mais apertada de desejo por mim. Como eu não sou uma mulher desprevenida, ando sempre muito bem arrumada, pois casualidades são bem-vindas! Então eu usava por baixo da saia uma meia calça preta de renda com a cinta liga e sem calcinha, pois adoro andar "livre". Meu sutiã, combinando, claro! Fazendo meu par de lingerie preto, que é básico e...fatal. Como eu disse, fatal! Quando ele arrancou minha saia, que abria com um botão ao lado e me viu daquele jeito, enlouqueceu! Colocou minha barriga em seu ombro, carregando-me até a mesa. Antes de me colocar, com a outra mão livre, jogou todas as pastas e canetas no chão e me colocou sentada bem na beiradinha. Pegou duas cadeiras altas e colocando-as afastadas, pôs meus pés em cima das duas. Se ajoelhou e foi muito feliz. As mãos de Marco entrelaçavam minhas pernas e seguravam meu bumbum. Eu já não conseguia pensar em mais nada, a não ser em nosso prazer. Puxei o cabelo dele e esfreguei seu rosto com aquela barba por fazer em meu sexo. Roçava forte e era tanta a vontade que eu não iria aguentar. Ia gozar a qualquer momento. Eu estava molhada, meu doce escorria por minhas pernas bambas que imploravam por mais e ele não deixava passar sequer uma gota, me lambia toda, estava faminto! E eu gozei... Uma, duas, três, quatro vezes... Estava completamente com o corpo mole. Ele poderia fazer o que quisesse que eu não tinha forças. Meu corpo ia caindo na mesa aos poucos, até eu me deitar toda e minha cabeça, que a mesa não cobria, ficava do lado de fora, vendo o mundo de cabeça para baixo... Ouvi um barulhinho diferente. Foi quando fui pega de surpresa com um estalo na minha perna. Era o cinto dele, fiquei vermelha, mas confesso que morri de tesão e meu prazer de novo escorria pelos dedos dele... Me olhou com cara de safado, pegou meus dois braços, prendeu com o cinto, abaixou as calças, tapou minha boca com uma das mãos e com a outra se conduziu ao meu sexo, começou bem devagar, o que me deixava louca para ter mais e ficando cada vez mais irrigada e sem eu esperar, enfiou rápido, com força. Dei um grito, que foi abafado com as mãos daquele homem. E ele manteve o ritmo, num vaivém frenético, fazia uns sons de quem está em seu deleite, quase lá, quase, quase e Ahhhhhhhh, nós dois prendemos a respiração no exato segundo, fechamos os olhos e deixamos jorrar o líquido mais delicioso de nossos corpos...
E esse, foi só o primeiro dia de carnaval...!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Banana, só de pijama!


Opa galera, então, resolvi postar mesmo no carnaval pois vi que tem gente acompanhando ainda assim... E como tirei meu carnaval para fazer um retiro espiritual na minha casa sozinha, não fiz nenhum conto não, mas vim aqui para alertar que gente: BANANA, SÓ DE PIJAMA!!! Não é porque abusaram no álcool que vão deixar o menino solto né... E meninas andem com camisinha também pois nunca se sabe né. Carnaval é para curtir e não ter dor de cabeça para o resto da vida, né?! Então um beijooooo...

p.s.: To curiosa, o que vocês estão fazendo nesse feriadão? E gente... mandem e mails!!! Quero sugestões!!! To recebendo pouco ainda, quero mais idéias!!! sugestoes.amarelinha@hotmail.com

Besos

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Continuação de Espatódea...

Como eu havia dito, aquele foi só o primeiro dia. Naquela mesma noite, me levantei do chão enquanto ele limpava o vidro com uma folha e uma cara assustada que o fazia parecer um menino ingênuo. Eu ri dele, achei aquela situação engraçada... E ele por um momento parou de limpar, olhou para mim que estava rindo e ficou sério, com um olhar quase me ninando e abaixou a cabeça, como se eu fosse superior a ele e não permitisse as palavras com os olhares. Bobagem. Então resolvi falar com gestos labiais para ele: "Eu quero você, mais, muito mais..." E ele ameaçou a desistir responder e eu falei para que ele falasse. E ele olhou profundamente dentro dos meus olhos e disse sussurrando: "Eu também". Assim. Rápido com as palavras, mas profundo de sentimentos que eu sentia que eram verdadeiros.
Minha mãe bateu a porta, falei que depois nos falávamos dando um tchauzinho com a mão e fiquei observando ele correr até a sua casa.
Até chegar a madrugada... Todos na casa estavam em silêncio e provavelmente dormindo, mas eu não consegui fechar os olhos, rolava na cama de tanto tesão. Meu corpo estava pegando fogo, minha mente me levava a lembranças de horas atrás e eu não aguentava mais esperar por ele.
Resolvi ir atrás do dono dos olhos, covinhas e sorriso mais belos que já vi. Mas antes, peguei um pedaço de pano preto que eu tinha. Corri na pontinha do pé, antes dei uma olhada no espelho para ver se estava tudo ok. e fui até a casa dele sem fazer muito barulho.
Bati na porta e logo entrei, não esperei ele abrir. Quando vi, ele estava olhando para o teto com seu mp3 no ouvido sem nem ter notado minha presença. Cheguei perto e ele levou um susto levantando da cama. Quando me viu, não se conteve e abriu um largo sorriso, daqueles que dizem: Bem vinda! E eu retribuí. Fiz sinal de silêncio para ele e tampei seus olhos com o pano negro que fiz de venda e comecei a acariciá-lo.
Dei beijos em seu pescoço, deixei minha respiração quente e forte bater em sua nuca, enquanto deixava minhas mãos escorrerem feito água pelos seus braços, peitoral, cada centímetro da sua barriga, pernas e voltei, com o mesmo movimento, bem de leve, como se uma música lenta me guiasse. E finalmente, depois de beijá-lo em cada pedaço de seu corpo, lhe beijei a boca, em um sinal de entrega, que foi retribuída. Foi um beijo doce, cheio de carinho e intensidade, apesar de calmo. Ele entrelaçou seus dedos nos meus cabelos, dava puxões de leve que me faziam ficar toda molhada e entregue a ele.
Nos beijamos por muito tempo enquanto nos acariciávamos intensamente. Nosso corpo já muito quente. Ele parou de me beijar, arrancou a venda em seus olhos, me segurou pela cintura e me conduziu até sua cama, dando beijos saborosos. Nossas bocas se encontravam e embalavam juntas, como se já estivessem sido apresentadas. Nossa língua estava em chamas!
Ele foi tirando(com uma certa habilidade) cada peça de roupa e onde elas caíam, ficavam. Eu estava totalmente entregue, deitada com ele em cima de mim. Ele tirou a cueca que usava e beijou cada partezinha de mim. Me lambeu e lambuzou toda. Beijou meu pescoço, enquanto batia seu ar quente na minha pele. Desceu para meu flanco, os biquinhos dos meus seios, minha barriga, que ficou toda arrepiada e chegou onde queria. A beijou com vontade, desejo e ... MUITA saliva! Parecia estar lambendo o mel mais doce... E eu fui ao céu! Mordi minha mão antes que soltasse gritinhos e respirei forte, cada vez mais e mais e mais até que... eu não pude me conter. Meu corpo estava mole e ele, somente ele, podia fazer o que quisesse comigo. Eu deixaria... E fez! Depois de eu derramar meu mel tantas vezes, ele abriu minha perna com delicadeza até me encaixar em seu quadril e colocou em mim, que já estava toda molhadinha!Como é gostoso tudo que fazíamos juntos! Sentia aquele volume pulsando dentro de mim. Encaixava certinho e era muito gostoso! Os movimentos eram lentos e fortes. Ela pedia por mais, estava quente e latejante... E nós nos beijávamos, nos amávamos...
Até que eu fiquei por cima dele. Não me controlando, movimentei-me rápido e sentei mesmo até sentir todo ele dentro de mim, fui a um vaivém rápido até que ele e eu íamos gozar, segurei em seus braços, minha mente parou, meu corpo explodiu, ele gritou e gozamos. Muito, intensamente. Foi uma explosão de sensações e sentimentos.
Larguei meu corpo em seu colo e prometi a mim mesma que jamais esqueceria aquele homem...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Espatódea



Eu era bem novinha e ainda morava com meus pais em uma casa de vidro na fazenda. Mas lá não tinha muito que fazer. Meus pais prometiam que sairíamos do interior e que iríamos para a cidade grande, mas isso nunca aconteceu. Ficou só na palavra. E todos meus dias eram entediantes, eu já tinha 16 anos e era uma menina madura, pois, nunca tive com quem brincar, logo amadureci rápido e escolhi outros tipos de diversão, como pegar escondido no armário dos meus pais os filmes pornôs e assistir sozinha. Eles nunca sequer desconfiaram. Viviam trabalhando e eu... Divertindo-me! Até que meus dias mudaram, e para melhor... Chegou um homem para cultivar flores na fazenda, contratado pelo meu pai, que só gostava de ótimos profissionais e pagava com gosto. Mas o cara era tudo que eu não esperava. Era lindo! Parecia um modelo. Tinha um corpo todo rasgado com músculos que pediam para serem olhados, mas ao mesmo tempo proporcional ao seu corpo. Uma barriga de dar inveja a qualquer homem. Cabelos quase abóboras no sol com sardinhas por todo rosto e ombros e olhos que mais pareciam o lago mais azul de qualquer sonho que eu já pude imaginar. Para completar seus dentes eram grandes e fortes com um branco implacável e seu sorriso largo e sincero e ahhh, como eu poderia me esquecer... Suas covinhas! Ahhh, como eu adorava covinhas!
Nossa, eu fiquei pasma. Como ele podia estar na minha casa cultivando flores? Ele devia estar nas telas, na tv, nas revistas e desfiles de moda... Mas na minha casa?!
Pois bem, os dias foram passando e trocamos olhares intensos.
Até AQUELA noite. Eu estava no meu quarto, que dava para ver tudo de lá de fora à noite com a luz acesa, exceto meu banheiro, e fui tomar banho antes do jantar, como de costume e quando saio, quem eu encontro lá fora me espiando? Ele. O cara que incrivelmente eu vejo doce até quando está todo suado no sol, usando uma pá que faz sobressaltar os músculos do seu braço e que planta dessa forma sublime a coisa mais delicada do mundo: flores!
Era ele lá fora, me vendo enrolada na toalha, me olhando escondido atrás da árvore, provavelmente com medo que outro alguém o visse, porque eu mesma, vi e até resolvi provocar ainda mais.
Deixei a toalha ainda molhada cair lentamente do meu corpo ao chão e abaixei para pegá-la, isso tudo de forma bem lenta e sensual, como meu fôlego. Coloquei a toalha em cima da cama e ainda de costas. Comecei a fingir que dançava, mas minha música e meu embalo era ele. Olhei para trás, como quem diz: "Eu sei que você está aí, vem me olhar de perto, vem!" E como um furacão ele chegou perto, quase encostando no vidro, sentou na grama e ficou de boca aberta, me olhando. Mais um pouco e ele iria salivar... Dei um sorriso safadinho e dei um beijo no vidro, que ficou embaçado devido à minha respiração.
Comecei a virar de frente e fui me abaixando até encostar o bumbum no chão e assim fui alisando meus seios, apertando os biquinhos, deslizando a mão pela barriga e cheguei nela, onde ele tanto ansiava. Parei, olhei firme naqueles olhos hipnotizantes e vi que ele já estava tocando uma enquanto eu brincava e eu claro, adorei! Coloquei um dedinho na minha boca, que já estava cheia de saliva, sentei no chão de frente para ele, abri bem minhas pernas e coloquei o dedo nela. E ele ficando cada vez mais louco! Com os olhos fixos que nem piscavam olhando para mim e se divertindo também sozinho. Voltei minha mão à boca, mas dessa vez, molhei dois dedos com a maior vontade e enfiei nela, com intensidade. Num movimento de vaivém, nessa altura do campeonato já gemendo de prazer, me curvando e eis que vejo ele jorrando seu líquido no vidro, na minha frente. Não aguentando, minha respiração já forte, acelerando e parou, achei que ia explodir de sensações e que meu corpo não aguentaria, mas dei um grito abafado e gozei com ele e para ele. Me joguei no chão perdendo minhas forças .
Aquele vidro e aquelas flores foram cúmplices do nosso "amor", pois aquele foi só o primeiro dia...
Mas isso é assunto para o próximo post... Aguardem!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Pureza


"A alma é curada ao estar com crianças" - Dostoievski.
E alguém vai discordar de Dostoievski nesse sentido?
Esses dias que viajei, fiquei observando em um circo de rua que teve, como as pessoas de diversas idades reagiam ao ouvir uma mesma piada. A pureza das crianças é uma coisa incrível! E por isso deve curar nossa alma, depois de termos tantas feridas com tantas coisas né, nada melhor do que olhar para uma criança e ver a felicidade nos olhos delas por tão pouco, a energia, a pureza... Bom demais! =)

Gente, seguinte... Como surgiram dúvidas sobre o novo e mail do blog, vou esclarecer, agora temos um e mail para sugestões: sugestoes.amarelinha@hotmail.com fiquem à vontade para mandarem e mail que a identidade de vocês ficará em sigilo... Bem e que sugestões são essas Lud? Então, gostaria que me enviassem histórias que aconteceram com vocês ou alguma interessante que saibam, não precisam contar detalhes, apenas o que acham essencial que o resto fica por minha conta, mas se quiserem com detalhes, fiquem à vontade também! E fantasias que vocês têm, desejos, vontades, que assim as mais criativas e as melhores eu transformo em conto e publico no blog(sem nome das pessoas que não quiserem, mas avisem no e mail!). É isso, um beeeijo a vocês, obrigada pelo carinho, pelas visitas, e mails, selinhos e memes!
E até o próximo conto que vai ter novidadeeeee! Aguardem...