sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Let me give you


Eu adorava as aulas de Biologia. Todos aqueles assuntos que envolviam corpos e funcionamento do nosso corpo eu adorava! Ou talvez essa seja uma desculpa que eu mesma criei só para assistir àquelas aulas com tanta vontade.

Os meses se passavam e eu percebia cada vez mais o professor, ele mexia comigo de uma forma inexplicável. Acho que era química. Ele era alto, magro na medida do possível, barba por fazer, tinha um corpo proporcional ao seu tamanho, se vestia muito bem e usava um óculo que o deixava mais instigante.

Ele sempre fora muito profissional e era muito sério. Não gostava de se envolver com os alunos. Um dia, por acaso, ou não, veio conversar comigo. Nesse tempo percebemos uma afinidade muitíssimo grande e desde então fora da escola ele não me olhava mais como aluna. Mas eu ainda era uma menina. Muito interessante, segundo ele.

Em um desses nossos encontros para conversar, ele resolveu me dar uma carona até minha casa. Eu aceitei. Até que pintou algo mais. Brincadeirinhas a parte, mas pintou uma maldade em nossos olhares. As palavras eram soltas, mas se encontravam.

Nós dois tínhamos um suspense no olhar e na voz. Ele então parecia um enigma. Mas apesar de todo aquele homem enigmático, ele enrubescia e se desconcertava quando eu inventava alguma investida pelos corredores da escola. E isso me excitava profundamente. Mas esse dia ele me deixou em casa e nada aconteceu além do clima que ficou.

Na semana seguinte entrei na biblioteca que sempre ficava vazia e de cara quem estava lá? Ele. Esse dia foi único. Percebendo seu olhar consentindo o que eu mais queria, eu sorri e logo ele, o professor mais sério, que nunca ninguém viu mostrar os dentes, sorriu pra mim. Ele poderia dizer que comigo é outra pessoa e eu certamente diria que a recíproca é verdadeira.

Não agüentando, não esperou nem mais um segundo, ou pareceu que não queria esperar e me agarrou com volúpia. Pôs suas mãos atrás de meu pescoço e me beijou. Suas mãos eram grandes e seguravam firme, mas, seu beijo era macio, molhado e cheio de amor. E assim, ele foi as descendo, descendo e acariciando todo meu corpo. Passou pelos meios seios com delicadeza, passou pelo meu rosto, de novo pelos meios seios, cabelos, cintura, quadril, bumbum, voltou pelo quadril e me puxou com força pela cintura como quem segura uma boneca. E ainda me beijando, me levou para um corredor de livros. Colocou-me entre ele e a estante de livro e não parava de me beijar, muito ofegante. Eu ficava molhada a cada beijo com aquela barba por fazer arranhando de leve meu rosto, meu pescoço... Ele me fez apoiar em um dos degraus de livro da estante e sem pena, arrancou minha calcinha a rasgando toda e me lambuzou toda. Sentiu com a língua todo meu desejo de possuí-lo. Sua língua era cheia de saliva e ele a deixava mole parecendo que ela já sabia encontrar o caminho certo, parecia ter um mapa do meu sexo e o manual de como fazer em mim. Era perfeito, fui ao céu! Tirou-me de cima da estante e pediu que eu ajoelhasse. Como uma boa menina que adora um desafio, não desgrudei meus olhos dos dele. Tirei sua calça e para minha surpresa ele já estava sem cueca. Assim deixei jorrar mais um pouco do meu líquido pelas pernas. E senti o gosto mais sublime do sexo dele. Adorei ver as caretas que ele fazia de prazer. E cada vez aumentava mais a intensidade, sem desgrudar os olhos dele.

Não agüentando por muito tempo, me levantou e eu me ofereci toda dengosa para ele. Me fez encaixar em seu quadril e de maneira mais forte e intensa nos amamos. Nossa, como esperamos por isso! Ele chegou a dar um suspiro de alívio e continuou a ficar ofegante e eu dei um sorrisinho de canto. Enquanto rolava o vaivém, ele me acariciava e me beijava. Então, com um grito abafado sem poder fazer muito barulho quase desfaleci de prazer e juntos nos estremecemos todo.

Deixamos escapar uma gargalhada de felicidade e satisfação e desde então sempre nos encontramos.

E pouco eu não quero mais.


18 comentários:

Mayone Mayne. disse...

Nossa .. professor e aluna, sempre mexe com a nossa imaginção , *--*

Rodrigo e Nina disse...

que fantasai hein!
instigante a história...
fez essa maldade mesmo com o rapaz???rsrs
bjs

Welker disse...

Professor de biologia? E eu me achava bonitinho lendo Platão...

Mααrinα. disse...

eu poderia acreditar sem problemas qe essa historia aconteceu na vida real *-*

Carolina Diniz disse...

Nossaaaaaaaaa...eu posso jurar que isso foi verdade!

Riqueza de detalhes, parece verdade.
Adorei, achei fantástico...

Beijos Lud..(pronto..agora sim, né...Lud, Carol, hahahahah)

MELISSA S disse...

Fantasia sensacional... Outro dia me senti velha rs Peguei um professor de História. Ele trabalha em colégio e fikei imaginando as menininhas que são afim dele e eu lá no papel de adulta conversando de igual pra igual e sem o frisson da proibição nas costas... Adorei o conto! Bjs

{Nanda}_A disse...

olá

vim retribuir a visita e me deparei com esta historia deliciosa de ser lida e que mexe com a imaginação....

Parabens por teu espaço! muito bom!!!

bjs

o casalqseama* disse...

depois desse desejo e encontro louco... impossível o corpo suportar o pouco!



lud,
teu blog é muito show. desculpe ter vindo só agora... passamos o fds off line! rsrsrs



saiba que ganhastes uma fã!
bjão carinhoso da fê =D

Anônimo disse...

showtime! hahahaah

Humberto Camargo disse...

Bom, hoje vamos falar da duplicação do DNA e síntese proteica....
Brncadeirinha...
Tá escrevendo cada vez menhor, parabens!
Beijão.

Michael Castro disse...

Biologia? Eu tive uma professora no segundo ano que me fez tirar belíssimas notas... Nada como uma bela mulher pra entreter os alunos...

Dando a Bunda pra Bater disse...

Não basta só a teoria da Biologia, não é? E você foi logo pra prática!

Menina, você sabe...

Beijos,

Enfil

Teixeira disse...

kkkkkk
Muito bom , pegador esse prof rsrs
Bjs

Ludmila Roumillac disse...

Gente, é só um conto... =)

Bia Mól disse...

é "só" um conto? e QUE conto! ahah
muito bom mesmo. você escreve superbem...fiquei impressionada. =)

essas histórias de professor são fogo...eu não vou escrever nada aqui porque isso é público..ahahha mas já tive cada quedinha. =| quedinha não...QUEDONA! penhasco...tudo. ahaha

beijos!

Mr.D disse...

:)

Grazi disse...

Nossa que história!! E olha que sou bióloga, mas quando aluna nunca encontrei um professor assim rs
bjus

Fernando Amaral disse...

Fico pensando na bibliotecária a observar a cena... quieta... mas atenta...